terça-feira, 8 de setembro de 2015

De chuva em lágrimas, se tem um oceano

O fato de sentir o corpo pesado e leve ao mesmo tempo é tão contraditório e comum que apenas não faz sentindo algum cogitar algo contra. É uma constante balança da vida, ora está bem, ora está mal. Há momentos que o lado bem pesa mais, a outros que o bem nem pesa. Há dias não se vê um equilíbrio da coisa, o que no mento é algo extremamente difícil de se manter em pé.
A chuva não cede. É gélida, misteriosa. Brisas cortantes como navalhas, navalhas estas que não encontro há muito. Cega, totalmente cega. O verde é interessante, breve ar de outono. Nessa idas e vindas em busca do centro perfeito, admiro teus olhos as cegas. Olhos estes tão acolhedores, quentes e atrativos. Olhos que quero mergulhar sem volta em busca do amor acolhedor. De chuva em lágrimas, se tem um oceano.

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Yoo...