segunda-feira, 2 de março de 2015

Como estrelas sem brilho

Sorriso sarcástico, jeito de homem, atitude de moleque. Você me fascina com sua ideologia tão perfeitamente realista, que me faz imaginar diversas galaxias apenas para em alguma dela estar ali, acontecendo, com passe de estrelas e cometas. Dançando com as luas de Júpiter, ou talvez com os anéis de Saturno. Não seria nada mal embarcar em um buraco negro e sentir-se desintegrada na velocidade da luz...
Seus olhos choram diamantes, os meus morreram a anos luz. Um abraço poderia curar toda essa angustia? Romper barreiras dolorosas pelo destino, quero te curar, confiaria em mim nessa infinita escuridão? Provavelmente não, mas sabe, eu também não cofiaria! Mas sabe, mesmo sem oxigênio lutaria contra o vácuo para chegar até você, acalmar teu espirito, o corromper como o meu.
Um asteroide, veja a surpresa, aqui não há naves, nem civilizações como nos filmes de Star Wars que tanto amamos... Uma rosa? Seria o Pequeno Príncipe?
Sol, cometas, supernovas. Sorriso falso, jeito de criança, atitudes indecifráveis. Perturbada, doente. Você me ouve? Me enxerga? Veja só, o sonho acabou! Gravidade atraiu, você e eu se foi, não existe. Acabou-se sem mesmo começar. Foi real? Foi paranoia? Queria, oh Vênus que fostes assim?.

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Yoo...